Estimulação medular e do gânglio da raiz dorsal

Um tratamento para a dor que não passou

A neuromodulação trata dores que persistiram depois de remédio, fisioterapia e procedimentos menos invasivos. O cenário mais estudado é a dor que vem de um nervo machucado, aquela que queima, dá choque ou formiga. Mas não é o único: dor do disco, das articulações da coluna, dor pélvica e dor articular que não cederam também podem responder.

  • Não é um tratamento para qualquer dor crônica.
  • Não é um tratamento para todo tipo de dor na coluna.
  • Não é um tratamento que faz toda a dor desaparecer.

Esta página existe para você entender se faz sentido no seu caso, inclusive se a resposta for não. Decisão sobre o próprio corpo se toma com informação, não com promessa.

É médico? Existe uma página técnica com o mapa de evidência por indicação, os critérios de encaminhamento e as referências completas.

Informações para médicos

O tratamento

O que é, em palavras simples

Um fio fino, pouco mais grosso que a mina de um lápis, é colocado dentro das costas, encostado na medula ou na raiz do nervo. Esse fio é ligado a um aparelho pequeno, parecido com um marca-passo, colocado embaixo da pele. O aparelho manda pulsos elétricos suaves que mudam a forma como o sinal de dor chega até o cérebro.

Ele não corta nervo e não conserta a lesão que causou a dor. Ele muda o caminho do sinal. Por isso o efeito é reversível: se não funcionar, o sistema pode ser retirado.

A maior parte das pessoas não sente choque nem incômodo com o aparelho ligado. Dependendo do programa escolhido, você pode sentir um formigamento leve na área da dor, ou não sentir nada além do alívio.

Estimulação medular

SCS

O fio fica encostado na medula, dentro do canal da coluna. Alcança bem a dor espalhada, que pega a região da coluna lombar, dorsal ou cervical, ou a perna ou o braço inteiro.

Melhor quando a dor é ampla.

Gânglio da raiz dorsal

DRG

O fio fica na raiz do nervo, que comanda uma região bem definida. Alcança bem a dor concentrada em um ponto (pé, virilha, joelho, uma faixa do tórax) e muda menos quando você troca de posição.

Melhor quando a dor tem endereço certo.

Um não é melhor que o outro. São ferramentas para problemas diferentes, e a escolha depende de onde a sua dor fica.

As peças do sistema, na estimulação medular

Os tipos de aparelho na estimulação medular

Não existe um aparelho melhor que o outro. Existem formatos diferentes, com formas de estimulação e tecnologias diferentes, e a escolha depende da sua anatomia, de onde fica a sua dor e da sua rotina. Vale você entender as opções antes da conversa. Tudo o que vem a seguir vale para a estimulação medular. O aparelho de gânglio da raiz dorsal, hoje, existe só na versão que não recarrega.

O fio: por punção ou por corte pequeno

O fio colocado por punção entra por uma agulha, sem corte. É o usado no teste, e na maioria dos casos também no definitivo.

O fio em placa é mais largo e precisa de uma abertura pequena nas costas para entrar. Cobre uma área maior de uma vez e tende a sair menos do lugar, mas envolve um procedimento um pouco maior.

A escolha depende da sua anatomia e da área que precisa ser alcançada, não de um ser mais moderno que o outro.

A bateria: recarregável ou não

O aparelho recarregável dura mais anos antes de precisar ser trocado, mas você recarrega em casa, periodicamente.

O não recarregável não exige nada de você no dia a dia, mas a bateria acaba antes e o aparelho é trocado num procedimento pequeno.

A conta que a gente faz junto é: quanta energia o seu programa consome, e o quanto recarregar incomodaria a sua rotina. Quem viaja muito ou tem dificuldade com equipamento costuma preferir o que não recarrega.

Quem se beneficia

Isso serve para mim?

Nem todo mundo com dor crônica se beneficia, e oferecer o tratamento para quem não vai melhorar é o erro mais comum nessa área. Estes são os pontos que eu olho na consulta.

Costuma fazer sentido quando

  • Você convive com a dor há mais de seis meses a um ano e ela não cedeu com o que já foi feito
  • A dor tem cara de dor de nervo: queimação, choque, formigamento que dói, ou a pele fica sensível demais ao toque. Este é o cenário com mais estudo por trás
  • Ou é uma dor persistente de outra origem que já foi investigada: do disco, das articulações da coluna, pélvica ou de uma articulação
  • Você já tomou os remédios certos para o seu tipo de dor, na dose certa e por tempo suficiente, e não resolveu
  • Já fez fisioterapia ou reabilitação, e outros procedimentos menores quando eram indicados
  • A causa da dor já foi investigada, e não há uma cirurgia comum que resolva o problema
  • Você tem condição de saúde para um procedimento pequeno e de voltar para as consultas de ajuste

Costuma não fazer sentido quando

  • A coluna está instável e é isso que explica a dor. Nesse caso o problema é mecânico, e o tratamento certo é outro
  • Existe uma infecção em atividade no corpo
  • Você usa anticoagulante que não pode ser suspenso com segurança, ou tem distúrbio de coagulação sem controle
  • Há depressão grave, ansiedade grave ou dependência química ainda sem tratamento
  • A expectativa é ficar sem nenhuma dor
  • A imunidade está muito baixa ou o diabetes está descompensado, o que aumenta o risco de infecção
  • Há um câncer em atividade com expectativa de vida limitada

Fazer tratamento psiquiátrico não impede o procedimento

Ansiedade e depressão são muito comuns em quem convive com dor há anos: é consequência, não defeito de caráter. O que importa é estarem sendo tratadas antes, porque isso melhora o resultado. Estar em acompanhamento não tira você da lista; estar sem nenhum acompanhamento, sim.

Onde a ciência é firme e onde não é

Para que tipos de dor isso funciona melhor

A qualidade da pesquisa não é igual para todas as dores. Em algumas situações existe estudo forte; em outras, o que existe ainda é pouco. Você tem direito de saber em qual das duas o seu caso está antes de decidir.

Maior probabilidade de funcionar
Probabilidade média
Ainda vale a pena tentar

Maior probabilidade de funcionar

Síndrome dolorosa regional complexa na perna ou no pé

Aquela dor intensa e desproporcional que aparece depois de um trauma ou de uma cirurgia, com a pele mudando de cor e de temperatura. Aqui existe pesquisa bem feita, com pessoas sorteadas entre dois tratamentos, mostrando vantagem clara da estimulação da raiz do nervo.

Dor dos pés por diabetes

A queimação nos pés causada pela neuropatia do diabetes. Existe pesquisa bem feita comparando o aparelho com o melhor tratamento com remédio, e o aparelho saiu melhor. Uma ressalva honesta: não houve comparação com um aparelho desligado.

Probabilidade média

Dor na perna que continuou depois de uma cirurgia de coluna

É a situação mais tratada com esses aparelhos no mundo inteiro. As pesquisas mostram vantagem sobre continuar só com remédio. O que não existe é comparação com um aparelho desligado, então a evidência é boa, mas não é do tipo mais rigoroso.

Dor principalmente na lombar, incluindo a que vem do disco e das articulações da coluna

Os aparelhos de hoje têm resultados favoráveis quando comparados com aparelhos antigos ou com tratamento por remédio. Mas ainda falta a comparação de longo prazo com aparelho desligado, e uma revisão importante de 2023 não encontrou vantagem nesse tipo de comparação. Por isso, aqui, eu sou mais rigoroso na seleção e converso abertamente sobre a incerteza antes de indicar.

Dor por má circulação nas pernas e angina que não melhora

Há sinal de benefício, mas as pesquisas têm limitações importantes.

Ainda vale a pena tentar

Dor causada por câncer

O que existe publicado ainda não é suficiente para sustentar a indicação.

Dor pélvica, dor de membro fantasma e outras dores localizadas

O raciocínio médico faz sentido e existem relatos bons, mas ainda faltam pesquisas com sorteio entre tratamentos. Quando indico nessas situações, digo que estamos em terreno menos firme.

Se você quiser conferir

Os estudos por trás de cada linha acima estão publicados

Reuni as fontes, os números e as limitações de cada pesquisa em uma página separada, escrita em linguagem técnica. Ela foi feita para médicos, mas é aberta. Se você quiser levar ao seu clínico, ao seu neurologista ou a quem vai dar a segunda opinião, ela está aqui.

Ver a página técnica

Expectativa

O que quer dizer “dar certo”

Nas pesquisas, o tratamento é considerado bem-sucedido quando a dor cai pela metade, não quando ela some. Pode parecer pouco escrito assim, mas não é: sair de uma dor 8 para uma dor 4 costuma significar voltar a dormir a noite inteira, voltar a andar, voltar a trabalhar. Ainda assim, não é cura.

O que costuma melhorar: a intensidade da dor, o que você consegue fazer no dia, o sono e, em parte das pessoas, a quantidade de remédio forte que precisa tomar.

O que não muda: o nervo que foi machucado continua machucado. O aparelho trata o sintoma, não a causa.

Quando pesquisadores entrevistam pacientes que ficaram insatisfeitos, o motivo que mais aparece não é o aparelho ter funcionado mal. É a pessoa ter entrado esperando ficar sem dor nenhuma. Por isso essa conversa acontece antes do teste, e não depois.

A parte que muda tudo

Você pode experimentar antes de decidir

Diferente de quase toda cirurgia, aqui você testa antes. O fio é colocado por uma punção com agulha, sem corte, e fica ligado a um aparelho externo que você leva para casa. Por até 14 dias você vive a sua rotina normal com o sistema funcionando.

Nesse período a gente anota como está a dor, o que você consegue fazer, como está o sono e quanto remédio você precisou tomar. Só se a melhora for consistente é que a gente conversa sobre colocar o aparelho definitivo. Se não for, os fios são retirados e nada permanente foi feito em você.

Muita indicação termina aqui, e isso é o sistema funcionando do jeito certo, não um fracasso. Preferimos descobrir no período de teste do que descobrir depois de um implante.

Os números, sem filtro

Complicações graves são raras. Problemas menores, não

Você precisa saber disto antes de decidir, e não depois. Estes números vêm de uma pesquisa que juntou vários estudos sobre pessoas que fizeram o procedimento.

21,1%Tiveram alguma complicação, contando as pequenas
12,1%Problemas com o equipamento, a maior parte de todas
6,3%Problemas de saúde relacionados ao procedimento
1,1%Problemas técnicos durante a colocação

Órgãos de vigilância acompanham esses eventos. A agência da Austrália, por exemplo, registrou 520 ocorrências relacionadas a esses aparelhos entre 2012 e 2019.

O que costuma dar errado

O mais comum é o fio sair do lugar. Quando isso acontece, a região que estava coberta pela estimulação deixa de ser alcançada e a dor volta naquele ponto. Muitas vezes se resolve reprogramando o aparelho pelo computador; às vezes é preciso um novo procedimento para reposicionar.

Infecção aparece entre 2,5% e 14% dos casos, dependendo do estudo. É a complicação que mais preocupa, e é a razão de tanto cuidado com diabetes descompensado e imunidade baixa na hora de selecionar quem opera.

Novos procedimentos ao longo dos anos são esperados. Pode ser para reposicionar o fio, ajustar alguma peça ou trocar o aparelho quando a bateria chega ao fim. Isso faz parte do planejamento desde o começo. Não quer dizer que o tratamento falhou.

Retirar o sistema aconteceu entre 5% e 16% das pessoas nos estudos. Nem sempre por complicação: às vezes é porque a dor melhorou sozinha, às vezes porque a pessoa precisou fazer uma ressonância, às vezes porque o efeito foi diminuindo.

Existem ainda riscos ligados ao procedimento em si: furar a membrana que envolve a medula, sangramento, dor no lugar onde fica o aparelho e, raramente, alguma complicação neurológica.

Uma coisa importante para você guardar: a grande maioria dessas complicações é resolvida, seja com reprogramação do aparelho, com antibiótico ou com um procedimento pequeno para reposicionar o fio. É raro o paciente perder o implante por causa delas.

Quem vai te atender

Sobre o médico

Sou neurocirurgião com área de atuação em dor, e minha prática é concentrada em neuromodulação: a estimulação medular e a do gânglio da raiz dorsal. É o que eu faço todos os dias, e é por isso que esta página entra em tanto detalhe: quem trabalha só com isso convive com os casos que dão certo e com os que não dão.

Atuei na coordenação de equipes em hospitais de São Paulo, entre eles o Hospital Sírio-Libanês, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Samaritano.

Também dou aulas e treino outros médicos nessa técnica, e acompanho cirurgias a convite de fabricantes de aparelhos. Isso me coloca num conflito de interesses que você tem o direito de conhecer. Está declarado logo abaixo, com nome das empresas e tipo de vínculo.

Transparência

Meus vínculos com a indústria

Prefiro que você saiba disto por mim, antes de decidir, do que descubra depois.

Declaração de conflito de interesses

Sou consultor e instrutor de três fabricantes

Trabalho como consultor técnico e instrutor de três empresas que fabricam esses dispositivos. Em ordem alfabética: Abbott, Boston Scientific e Medtronic. Nesse papel eu dou aulas, treino outros médicos na técnica e acompanho cirurgias a convite dessas empresas.

Digo isso por duas razões. A primeira é que trabalhar com as três, e não com uma só, é o que me permite escolher o aparelho pelo seu problema, e não por contrato. A segunda é que essa é uma relação remunerada, e você tem o direito de saber disso ao avaliar uma recomendação minha. É assim que se faz em qualquer publicação médica séria, e aqui não seria diferente.

Quem escreve esta página

Dr. Pedro Henrique Cunha

CRM-SP 212368
Neurocirurgia (RQE 92126)
Área de Atuação em Dor (RQE 921261)

Passo a passo

Como é o caminho, do início ao fim

  1. Consulta de avaliaçãoA gente conversa sobre a sua história, eu faço o exame neurológico e revisamos seus exames e tudo o que você já tentou. Nem toda consulta termina com indicação de aparelho, e a maioria não termina.
  2. Completar o que faltaÀs vezes é preciso um exame de imagem novo, uma avaliação com psicólogo, ou ajustar antes o tratamento com remédio. Muitas vezes a resposta certa nessa etapa é outro caminho, e não o implante.
  3. AutorizaçãoMontagem da documentação que o convênio exige, seguindo a regra da ANS. Se for particular, o orçamento.
  4. Período de testeColocação do fio por punção com agulha e até 14 dias em casa com o sistema ligado, anotando como você passou.
  5. Decisão em conjuntoCom os dados do teste na mesa, você e eu decidimos juntos. Se o teste não convenceu, não seguimos.
  6. Colocação definitivaSó acontece se o teste tiver dado certo.
  7. Ajustes e acompanhamentoBoa parte do resultado vem desta fase, não só da cirurgia. A programação vai sendo afinada ao longo do tempo, e alguns aparelhos permitem ajuste à distância.

Depois que está tudo colocado

Como é conviver com o aparelho

Você não precisa entender de eletrônica

O controle fica num aparelhinho ou num aplicativo de celular, com programas já prontos e nomeados: um para o dia, um para a noite, um para quando a dor aperta. Você escolhe e pronto. Quem ajusta os parâmetros sou eu, na consulta.

Se o seu modelo for recarregável, a recarga é feita com uma cinta na região lombar, por cima da roupa. Não dói e não dá choque. Você pode ler, ver televisão ou trabalhar enquanto carrega.

Nos primeiros meses os retornos são mais próximos, porque é quando a programação vai sendo afinada. Depois eles espaçam. Alguns aparelhos permitem que eu faça ajustes à distância, sem você precisar sair de casa.

Sete perguntas

Minha dor é de nervo?

Este é um questionário usado por médicos no mundo inteiro para reconhecer dor de origem no nervo. Ele não dá diagnóstico e não indica tratamento nenhum. Só ajuda você a saber se vale procurar alguém que cuida desse tipo específico de dor.

A sua dor tem alguma destas características?

Respondidas 0 de 7

Responda a todas as perguntas para ver a orientação.

Questionário DN4, na versão de sete perguntas que dispensa exame físico. É uma ferramenta de triagem validada, não um exame. O resultado não fecha diagnóstico, não indica cirurgia e não substitui uma consulta.

Perguntas frequentes

O que as pessoas mais perguntam

Dói colocar?
O procedimento é feito com sedação e anestesia no local. Numa parte do teste você precisa estar acordado e conversando, para confirmar comigo que a estimulação está chegando exatamente onde dói. Depois, o incômodo é local e passa em poucos dias.
Vou sentir formigamento o tempo todo?
Depende do programa. Os modos mais antigos produzem um formigamento perceptível na área da dor. Algumas pessoas gostam, outras não. Os modos mais novos buscam o alívio sem que você sinta nada. A escolha é sua e minha, junto, e pode ser mudada depois.
Vou ficar com o aparelho para sempre?
Não necessariamente, e ele pode ser retirado a qualquer momento. Mas seja realista: a dor crônica é uma condição de longo prazo, e na maior parte das vezes o aparelho precisa continuar para o alívio continuar. Quem retira costuma ser quem parou de precisar dele ou quem não teve o resultado esperado. A bateria tem duração: alguns modelos você recarrega em casa, como um celular; outros não precisam de recarga, mas depois de alguns anos o aparelho é trocado num procedimento pequeno.
Vou poder fazer ressonância magnética?
Na maioria dos aparelhos de hoje, sim, respeitando condições específicas de máquina e de região do corpo. Depende do modelo colocado e das regras do fabricante. Isso entra na conversa na hora de escolher o aparelho. Se você já sabe que vai precisar de ressonâncias, me avise.
Como faço em detectores de metal, no aeroporto ou no banco?
Você recebe um cartão de identificação do aparelho e deve apresentá-lo nesses lugares. Com o cartão em mãos, a passagem é tranquila. Você sai da clínica com essa orientação por escrito.
Meu convênio cobre?
Sim, com condições. O tratamento está na lista da ANS e a cobertura é obrigatória desde que os critérios da regra de utilização estejam preenchidos. Na prática, o que decide é a documentação: o diagnóstico registrado, a comprovação de que os tratamentos anteriores foram feitos e não resolveram, e os demais requisitos. Montar essa documentação é parte do nosso trabalho.
Qual a diferença entre os dois tipos de aparelho?
Um deles fica encostado na medula e alcança melhor a dor espalhada por toda a perna ou o braço. O outro fica na raiz do nervo e alcança melhor a dor concentrada num ponto (o pé, a virilha, o joelho), variando menos quando você muda de posição. Não é que um seja melhor: eles resolvem problemas diferentes.
Já operei a coluna e a dor voltou. Tenho chance?
Sim, e a chance é boa nos dois casos. Se o que mais incomoda é a dor na perna, com cara de dor de nervo, essa é uma das situações mais estudadas e com melhor resultado. Se o que mais incomoda é a dor lombar, a chance também é boa: as formas de estimulação mais novas, que não produzem formigamento, melhoram bastante a dor lombar, o que não acontecia com os aparelhos antigos. O que a gente precisa fazer antes, nos dois casos, é descartar um problema mecânico que tenha conserto, como a coluna estar instável, uma soldadura que não pegou ou uma compressão que voltou. Se for isso, o tratamento certo é outro. A avaliação começa por aí.
Vou precisar de manutenção?
Depende do modelo. Se for recarregável, você faz a recarga em casa, você mesmo. Se não for, não tem recarga, mas o aparelho é trocado quando a bateria acaba. Além disso, ao longo do tempo podem ser necessários ajustes na programação, presenciais ou, em alguns aparelhos, à distância.
Quanto tempo até eu saber se funcionou?
Você sabe no período de teste, que dura até 14 dias, antes de qualquer coisa definitiva. É exatamente para isso que o teste existe.

Agendamento

Cinco perguntas antes de falar com a equipe

Elas não decidem nada sobre o seu caso. Servem para a secretaria já saber por onde começar e para você não repetir a história duas vezes. Suas respostas ficam no seu aparelho e só são enviadas quando você tocar em enviar, dentro do WhatsApp.

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